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BRASIL, Sudeste, CARAGUATATUBA, POIARES, Homem, de 20 a 25 anos, Portuguese, Portuguese, Arte e cultura, Política, Escrever, escrever e escrever
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Palavra raiz
 


Quando eu era menino tinha medo de ir ao banheiro sozinho com o tempo perdi o medo de banheiros mais a idéia de estar só ainda me assusta, quando penso em paz e sossego penso em multidões, em mil, em milhões, em avenida paulista onde nada se vê e nada se houve, somos parte de um todo, odeio estar só mais quando menos espero, lá estou eu só,se tivesse ao menos uma caneta e um papel não me sentiria tão incompleto poderia como de costume transparecer meus grilos, meus grilhões, e vejo em cada palavra a cortina que falta para cobrir a luz que só faz evaporar meus fluidos e minhas individualidades que se condensam no frio dos céus para novamente cair em mim trazendo a paz que não existe em terra, água, água viva, que nutre a semente que resplandece em flor e frutos sem distinção de raça ou credo ou cor alimenta todos os viventes, terra, sagrada terra, que tudo nos provem tudo nos oferece sem nada querer em troca, terra essa que ignora o relógio ignora as horas e os dias e esta sempre a esperar sempre a disposição do plantio e da colheita da vida, as vezes penso coisas que me orgulham as vezes não entendo como tive coragem de pensar o que pensei, não escrevo tudo, apenas transmito, omito e minto pois nada é tão duradouro quanto a dor quanto a angustia nem a própria felicidade, andei pensando em ética e como defini-la num mundo onde não há méritos em ser ético, a maior ética  do mundo é a das palavras que sempre cumprem seu papel sem reclamar se são escritas erradas ou mal ditas não possuem opinião embora essa também seja uma palavra, e sempre expressam seu sentido todas juntas numa frase ou tão só como a própria “solidão”, aqui dizem algo e podem dizer exatamente o contrario e não se importam pois sempre cumprem seu papel, vivem como se fora uma sociedade, são individualmente descritas mais sempre irão fornecer melhores resultados juntas, e sempre teimam em encaixar uma na outra e sucessivamente, linear, infinito, uma puxa duas que puxam mil e essa corrente em busca da Informação plena ou apenas balela nada me impede de dizer ou de escrever nem a ditadura, nem a educação, pode ser tão somente  artifícios linguisticos ou ser tudo que nos difere dos animais...

Viva Einstein, viva Darwin, viva Aristóteles, viva Platão, viva Nietzeche, Lutero, Marx, Hegel...

Viva Sigmoud Freud, viva Vivaldi, viva Chopin, viva Escher, viva Van Gogh, viva Romero Brito,

viva Augusto dos Anjos, viva Shakespeare, viva Carlos Drumond, viva Vinicius de Morais, viva Pessoa...

Viva os irmãos Vilas Boas, viva Cascudo, viva Mazaropi, viva Chaplin, viva Eupidio dos Santos, viva Lenine,

viva Betânia, viva Caetano, viva Luiz e Paulo Tatit, viva Arnaldo Antunes, viva Nando Reis, viva Eliz, Cássia,

 Calcanhoto, viva Djavan, Dorival Caymmi, Tom, Gil, viva Chico Buarque Science e Xavier...

Viva Zumbi dos Palmares, Mandela, Dalai Lama, Lutherking, viva Gandhi, viva Dorot Stein, viva todos ambientalistas,

 viva a liberdade de expressão, viva a informatização,

viva a miscigenação, viva a felicidade,

viva a verdade, viva a vida, viva!

 

 



Escrito por Daniel~Olivieri às 22h09
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Me desculpe se tomarei seu tempo, com descursos desprovidos de lógica, porém regados de fatos e vivência mal usada, não me queixo dos problemas, e se tenho uma caneta e um papel nenhum deles me afeta, nada do que sinto transparece, e pra ser franco, não entendo e nunca entendi, o que passa por dentro de minha cabeça, não existe nada homogênio, só um misto de gritos e risadas, que com a chuva na janela se desperta, e quer sair usa o meio físico, e de palavras toma forma, e agora é tão viva, e tão livre, como nunca pude ser, se materialisa como sonho de outra primavera, obra prima, que triste surge não mente, nem admite, que em suma, não é válido, mesmo que seja em vão, e sem sentido, derrepente eis que explode, o contido é incontrolavel, quando vem à tona, me toma arrebatador em ritmo contínuo, que me escravisa a escrita me domina, e não paro, é nessesario, é vital que lhe diga, o que enrrolo e não digo, e talvez nem saiba o que dizer, ou talvez saiba de mais, o bastante, e até de sobra, mais não é o caso, e sem um norte, e até a morte escreverei, em cada silaba, em cada oxítona a ti dirigida, será um pedaço de minha carne que entrego a seu cuidado, apenas uma tentativa de saída dessa solidão algoz, e enquanto estiver voz, enquanto viver nesse universo escreverei e em cada verso que esteja clara minha vontade, e que saiba que de qualquer maneira, de qualquer forma ou circunstância mesmo que viva toda vida nessa amargura a luta continua não penso em me dar por vencido, e nem sei se vale a pena, mais os dias vão passar, e nesses dias que virão está toda minha esperança, meus puros sonhos minhas metas, em cada esquina acho que achei e enquanto não vem a fé preenche esse vazio que agente sente, não é eterno meu padecer, e que não seja a cura a morte, que sorria a dois por muito antes de partir, desse mundo errante, que seja; como tiver de ser, só te pesso pra jamais esquecer dessas palavras que a insônia te trouxe
seu sorriso ofusca qualquer estrela, e se resistes, poderia trazê-la à meu ver, pra melhor me entender, que de sonhos também se vive seguro e mesmo que tudo esteja escuro, juro, meus olhos sempre vão enxergar você...



Escrito por Daniel~Olivieri às 14h28
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